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terça-feira, 26 de outubro de 2010

Salvar a Mata Atlântica não é prioridade

Salvar a Mata Atlântica não é prioridade
25 Out 2010, 16:32

Saira-lagarta (Tangara desmaresti): riqueza da biodiversidade da RPPN Corredeiras do Rio Itajaí, em Itaiópolis (SC).

Se as pessoas percebessem como realmente a natureza é perfeita, frágil e única, as sociedades humanas não precisariam de nenhuma lei para protegê-la. Todos teriam um cuidado extremo para manter intocáveis os vestígios que ainda restam dos ecossistemas e o bordão “a natureza faz parte da nossa vida” deixaria de ser uma frase tão oca.

Não existe jeito melhor de entender como a natureza funciona e o verdadeiro sentido da vida do que percorrer a trilha de uma mata preservada. Por outro lado, não existe também nada mais deprimente do que andar em uma mata, admirar toda aquela fabulosa diversidade de formas de vida interagindo e saber que mais cedo ou mais tarde tudo isso não estará mais ali, será destruído para sempre.

Apesar de devastação ser intensa e a biodiversidade estar sendo aniquilada, a prioridade máxima para investimentos é a “restauração”, termo que é usado indevidamente, já que não se restaura nada, apenas se planta algumas mudas de árvores. É óbvio que recuperação de áreas é importante e necessária, mas não tem urgência e não faz o menor sentido diante deste quadro alarmante de desmatamento. Pressa é preciso ter para salvar o que está sendo destruído.

Além disso, a regeneração ocorre espontaneamente por processos naturais, que é mais segura, praticamente não envolve recursos e é muito rápida quando próxima a uma mata preservada, se o resultado esperado a curto prazo é a formação de um capoeirão. Os bananais abandonados na Serra do Mar da região norte de Santa Catarina, por exemplo, são engolidos pela floresta em menos de 10 anos. O pomar e a área de 0,5 ha desmatada na véspera da compra da área que posteriormente transformamos na RPPN Santuário Rã-bugio também levou menos de 10 anos para ser espontaneamente recoberta pela floresta (o monitoramento foi registrado por fotos).


Imagem de uma parte da RPPN Corredeiras do Rio Itajaí, em Itaiópolis (SC), mostrando o vale do rio do Couro (afluente do rio Itajaí).

Os adeptos da tal “restauração” ficam entorpecidos porque a atividade dá muito dinheiro e não gera conflito com os devastadores, que passam a ser a alma deste lucrativo negócio. Nesta simbiose perversa quanto mais destruição, mais dinheiro se ganha. A “restauração” ganha também muito mais atenção da mídia, já que enaltece a magnificência do homem na natureza. Um falso poder de reconstruir o que destrói, como se a complexidade de um ecossistema tropical fosse um simples campo de agricultura ou um jardim. É uma ilusão acreditar ser possível restaurar o que foi destruído, como se fosse possível ressuscitar milhares de formas de vida.

Contudo, saindo do mundo da fantasia, não existe satisfação maior do que aquela proporcionada ao se contemplar um raro fragmento de floresta tropical de verdade, como é a nossa Mata Atlântica, repleta de formas de vida, com gigantescas árvores centenárias cheias de bromélias e cipós, que até aqui tem conseguido escapar da devastação.

Não tem uma caminhada pelas trilhas que não reserve surpresas de causarem êxtase, como encontrar uma ave ou mamífero ameaçado de extinção, uma linda borboleta rara, uma serpente ou anfíbio e assim por diante. Comportamentos da fauna desconhecidos, às vezes, até da ciência são também comuns de serem observados quando entramos em uma floresta de verdade, bem preservada.


Quati (Nasua nasua) acuado numa árvore na RPPN Corredeiras do Rio Itajaí, em Itaiópolis (SC).

Um comportamento que me chama atenção é o dos quatis (Nasua nasua). Eu sempre ouvia falar coisas muito negativas destes animais, porque devido à perda do hábitat eram socados em ilhas, zoológicos, unidades de conservação etc., onde eram mantidos por perto com muita comida para servirem de atrativo aos turistas e, desta experiência desastrosa de interferir na natureza, acabaram por difamar o quati, como se ele fosse o vilão. A sorte dele é ser muito simpático, o que lhe garante certa imunidade contra preconceitos perante a população. Mas o comportamento dos quatis que a gente ainda vê na natureza, lutando para sobreviver nos fragmentos cada vez menores, é totalmente diferente daqueles quatis revirando o lixo dos centros de visitação das unidades de conservação.

No ano passado, presenciamos um fato desagradável quando estávamos percorrendo uma das trilhas da RPPN Corredeiras do Rio Itajaí, em Itaiópolis (SC), de nossa propriedade, que fica inserida em uma imensa mata preservada contínua que se estende por milhares de hectares às margens do rio Itajaí (que passa em Blumenau). Após uma hora de caminhada, observando muitas aves e pegadas de mamíferos, nossa alegria foi interrompida ao ouvimos latidos incessantes de cães, que denunciavam a presença de caçadores naquele domingo de manhã. Em seguida, ouvimos um tiro. O jovem agricultor que nos acompanhava, morador do entorno, nos explicou que certamente tratava-se do abate de um quati. Explicou a técnica utilizada: os cães localizam o grupo de quatis no chão e estes fogem subindo na árvore mais próxima que nem sempre está com a copa conectada com outras árvores. Então, o quati que teve o azar de subir numa árvore isolada fica acuado com os cães em baixo latindo até o caçador chegar, quando recebe o tiro certeiro.

Mas o desgosto deste dia foi recompensado algumas semanas depois. Finalmente eu consegui dar de cara com um grupo de quatis que estava fuçando o chão da floresta. Na fuga, três deles subiram nas árvores erradas e ficaram desesperados. Procurei tirar algumas fotos para sair o mais rápido possível dali de tão angustiante que era observar a reação de pânico destes simpáticos animais. Além do som característico que emitiam, um deles (uma fêmea), defecou e urinou sobre mim, quase acertando o alvo - escapei por pouco. Foi aí que eu percebi como estes animais são vulneráveis, tornam-se presas fáceis dos caçadores e por isso já foram exterminados da maior parte dos fragmentos isolados de Mata Atlântica.

Ao analisar as fotos no computador observei que a fêmea tinha os mamilos bem salientes e totalmente expostos, revelando que estava em lactação, ou seja, com filhotes. Um detalhe que certamente é ignorado pelos caçadores, que impiedosamente abatem a tiros todos que estiverem acuados.

Um dos benefícios dos quatis para a floresta que se nota na RPPN é a atividade de eles revolverem o solo e troncos em decomposição a procura de invertebrados (minhocas, larvas etc.). Por onde quer que a gente ande, o chão da floresta está todo revirado. Neste longo período de estiagem, uma das secas mais severas que já ocorreram na região, observamos algo surpreendente. O leito do rio principal estava com água cristalina, enquanto um dos afluentes, que nasce e tem todas sua extensão dentro de mata primária da RPPN, estava com a água bastante turva, o que não ocorre nem após as chuvas fortes. Logo descobrimos o que estava acontecendo.

Com a seca, os quatis e também os catetos (Tayassu tajacu) se concentraram e passaram a fuçar somente nas margens deste riacho (desrespeitando as APPs), o único lugar úmido que restou, e desta forma produziam o efeito. Percorremos cerca de 400 metros desse riacho e encontramos suas margens completamente reviradas, com terrões que rolaram para o leito e estavam se dissolvendo, o que explicava a água turva. Foi interessante constatar que eles beneficiavam também os peixes nativos com este comportamento. Onde o riacho desembocava no rio principal havia uma concentração incrível de lambaris e outros peixes aproveitando a oportunidade de se alimentar dos petiscos lançados pelos quatis e transportados pelas águas deste riacho, muito bem vindos nesse período de grande escassez de comida devido à longa estiagem, incomum na região.

Contemplar tudo isso nos deixa apaixonados pela Mata Atlântica com toda sua riqueza de biodiversidade, mas é muito angustiante perceber que não há prioridade e tampouco urgência em deter esta destruição que ocorre de forma intensa. A integridade das poucas matas preservadas que ainda restam está muito vulnerável, há pressão de todo o tipo: desmatamento, caça, captura de aves para o tráfico, espécies invasoras como abelhas africanas e plantas. Defender as áreas remanescentes não dá dinheiro, só encrenca, mas se não mobilizarmos a sociedade para concentrar os esforços e os recursos para salvá-las, certamente estaremos condenando a Mata Atlântica à extinção, com uma enorme perda de biodiversidade.Tags:mata atlânticarppnsanta catarina

análise das conquistas do governo Fernando Henrique

esclarecedor - repasse esta mensagem.



Caros amigos,

Para quem se interessar, o texto faz análise das conquistas do governo Fernando Henrique, que têm sido usadas como argumento para que se vote no Serra.

O autor é economista e professor de economia, relações internacionais e ciência política. É também Professor Emérito da Universidade Federal Fluminense, Presidente da Cátedra da UNESCO e da Universidade das Nações Unidas sobre economia global e desenvolvimentos sustentável, e Professor Visitante Sênior da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Do seu currículo constam trinta e oito livros publicados e mais de setenta outros, como co-autor ou colaborador. Tem mais de cento e vinte artigos, já publicados e traduzidos em várias línguas.
Fica como sugestão para reflexão.



Blog de luisnassif

Carta de Theotonio dos Santos a FHCEnviado por luisnassif, seg, 25/10/2010 - 15:42

Carta Aberta a Fernando Henrique Cardoso
Theotonio dos Santos
Meu caro Fernando,

Vejo-me na obrigação de responder a carta aberta que você dirigiu ao Lula, em nome de uma velha polêmica que você e o José Serra iniciaram em 1978 contra o Rui Mauro Marini, eu, André Gunder Frank e Vânia Bambirra, rompendo com um esforço teórico comum que iniciamos no Chile, na segunda metade dos nos 1960. A discussão agora não é entre os cientistas sociais, e sim a partir de uma experiência política que reflete, contudo, este debate teórico. Esta carta assinada por você como ex-presidente é uma defesa muito frágil, teórica e politicamente, de sua gestão.

Quem a lê não pode compreender porque você saiu do governo com 23% de aprovação enquanto Lula deixa o seu governo com 96% de aprovação. Já discutimos em várias oportunidades os mitos que se criaram em torno dos chamados êxitos do seu governo. Vários estudiosos discutimos, já no começo do seu governo, o inevitável caminho do seu fracasso junto à maioria da população. Pois as premissas teóricas em que baseava sua ação política eram profundamente equivocadas e contraditórias com os interesses da maioria da população. (Se os leitores têm interesse de conhecer o debate sobre estas bases teóricas, recomendo-lhes meu livro, já esgotado: Teoria da Dependencia: Balanço e Perspectivas, Editora Civilização Brasileira, Rio, 2000).

Nesta oportunidade me cabe concentrar-me nos mitos criados em torno do seu governo, os quais você repete exaustivamente na carta aberta.

O primeiro mito é o de que seu governo foi um êxito econômico, a partir do fortalecimento do real, e que o governo Lula estaria apoiado neste êxito, alcançando assim resultados positivos que não quer compartilhar com você... Em primeiro lugar vamos desmitificar a afirmação de que foi o plano real que acabou com a inflação. Os dados mostram que até 1993 a economia mundial vivia uma hiperinflação na qual todas as economias apresentavam inflações superiores a 10%. A partir de 1994, TODAS AS ECONOMIAS DO MUNDO APRESENTARAM UMA QUEDA DA INFLAÇÃO PARA MENOS DE 10%. Claro que em cada pais apareceram os gênios locais que se apresentaram como os autores desta queda. Mas isto é falso: tratava-se de um movimento planetário.

No caso brasileiro, a nossa inflação girou, durante todo seu governo, próxima dos 10% mais altos. TIVEMOS NO SEU GOVERNO UMA DAS MAIS ALTAS INFLAÇÕES DO MUNDO. E aqui chegamos no outro mito incrível. Segundo você e seus seguidores (e até setores de oposição ao seu governo que acreditam neste mito) sua política econômica assegurou a transformação do real numa moeda forte. Ora Fernando, sejamos cordatos: chamar uma moeda que começou em 1994 valendo 0,85 centavos por dólar e mantendo um valor falso até 1998, quando o próprio FMI exigia uma desvalorização de pelo menos uns 40%, e o seu ministro da economia recusou-se a realizá-la, pelo menos até as eleições, indicando assim a época em que esta desvalorização viria e quando os capitais estrangeiros deveriam sair do país antes de sua desvalorização. O fato é que quando você flexibilizou o câmbio, o real se desvalorizou chegando até a 4,00 reais por dólar. E não venha pôr a
culpa da ameaça petista, pois esta desvalorização ocorreu muito antes da ameaça Lula. ORA, UMA MOEDA QUE SE DESVALORIZA 4 VEZES EM 8 ANOS PODE SER CONSIDERADA UMA MOEDA FORTE? Em que manual de economia? Que economista respeitável sustenta esta tese?

Conclusões: O Plano Real não derrubou a inflação, e, sim, uma deflação mundial que fez cair as inflações no mundo inteiro. A inflação brasileira continuou sendo uma das maiores do mundo durante o seu governo. O real foi uma moeda drasticamente debilitada. Isto é evidente: quando nossa inflação esteve acima da inflação mundial por vários anos, nossa moeda tinha que ser altamente desvalorizada. De maneira suicida ela foi mantida artificialmente com um alto valor que levou à crise brutal de 1999.

Segundo mito: segundo você, o seu governo foi um exemplo de rigor fiscal. Meu Deus: um governo que elevou a dívida pública do Brasil de uns 60 bilhões de reais em 1994 para mais de 850 bilhões de dólares quando entregou o governo ao Lula, oito anos depois, é um exemplo de rigor fiscal? Gostaria de saber que economista poderia sustentar esta tese. Isto é um dos casos mais sérios de irresponsabilidade fiscal em toda a história da humanidade.

E não adianta atribuir este endividamento colossal aos chamados esqueletos das dívidas dos estados, como o fez seu ministro de economia burlando a boa fé daqueles que preferiam não enfrentar a triste realidade de seu governo. Um governo que chegou a pagar 50% ao ano de juros por seus títulos para, em seguida, depositar os investimentos vindos do exterior em moeda forte a juros nominais de 3 a 4%, não pode fugir do fato de que criou uma dívida colossal só para atrair capitais do exterior para cobrir os déficits comerciais colossais gerados por uma moeda sobrevalorizada, que impedia a exportação, agravada, ainda mais, pelos juros absurdos que pagava, para cobrir o déficit que gerava.

Este nível de irresponsabilidade cambial se transforma em irresponsabilidade fiscal que o povo brasileiro pagou sob a forma de uma queda da renda de cada brasileiro pobre. Nem falar da brutal concentração de renda que esta política agravou dráticamente neste país, da maior concentração de renda no mundo. Vergonha, Fernando. Muita vergonha. Baixe a cabeça e entenda porque nem os seus companheiros de partido querem se identificar com o seu governo...Obrigando-o a sair sozinho, nesta tarefa insana.

Terceiro mito - Segundo você, o Brasil tinha dificuldade de pagar sua dívida externa por causa da ameaça de um caos econômico que se esperava do governo Lula. Fernando, não brinque com a compreensão das pessoas. Em 1999, o Brasil tinha chegado à drástica situação de ter perdido TODAS AS SUAS DIVISAS. Você teve que pedir ajuda ao seu amigo Clinton, que colocou à sua disposição uns 20 bilhões de dólares do tesouro dos Estados Unidos, e mais uns 25 BILHÕES DE DÓLARES DO FMI, Banco Mundial e BID. Tudo isto sem nenhuma garantia.

Esperava-se aumentar as exportações do país para gerar divisas, para pagar esta dívida. O fracasso do setor exportador brasileiro mesmo com a espetacular desvalorização do real não permitiu juntar nenhum recurso em dólar para pagar a dívida. Não tem nada a ver com a ameaça de Lula. A ameaça de Lula existiu exatamente em conseqüência deste fracasso colossal da sua política macro-econômica. Sua política externa submissa aos interesses norte-americanos, apesar de algumas declarações críticas, ligava nossas exportações a uma economia decadente e um mercado já copado. A recusa dos seus neoliberais de promover uma política industrial na qual o Estado apoiava e orientava nossas exportações. A loucura do endividamento interno colossal. A impossibilidade de realizar inversões públicas, apesar dos enormes recursos obtidos com a venda de uns 100 bilhões de dólares de empresas brasileiras. Os juros mais altos do mundo, que
inviabilizavam e ainda inviabilizam a competitividade de qualquer empresa.

Enfim, UM FRACASSO ECONOMICO ROTUNDO que se traduzia nos mais altos índices de risco do mundo, mesmo tratando-se de avaliadoras amigas. Uma dívida sem dinheiro para pagar... Fernando, o Lula não era ameaça de caos. Você era o caos. E o povo brasileiro correu tranquilamente o risco de eleger um torneiro mecânico e um partido de agitadores, segundo a avaliação de vocês, do que continuar a aventura econômica que você e seu partido criou para este país.

Gostaria de destacar a qualidade do seu governo em algum campo, mas não posso fazê-lo nem no campo cultural, para o qual foi chamado o nosso querido Francisco Weffort (então secretário geral do PT) e não criou um só museu, uma só campanha significativa. Que vergonha foi a comemoração dos 500 anos da descoberta do Brasil. E no plano educacional, no qual você não criou uma só universidade, e entou em choque com a maioria dos professores universitários, sucateados em seus salários e em seu prestígio profissional. Não, Fernando, não posso reconhecer nada que não pudesse ser feito por um medíocre presidente.

Lamento muito o destino do Serra. Se ele não ganhar esta eleição vai ficar sem mandato, mas esta é a política. Vocês vão ter que revisar profundamente esta tentativa de encerrar a Era Vargas com a qual se identifica tão fortemente nosso povo. E terão que pensar que o capitalismo dependente, que São Paulo construiu, não é o que o povo brasileiro quer. E por mais que vocês tenham alcançado o domínio da imprensa brasileira, devido a suas alianças internacionais e nacionais, está claro que isto não poderia assegurar ao PSDB um governo querido pelo nosso povo. Vocês vão ficar na nossa história como um episódio de reação contra o verdadeiro progresso, que Dilma nos promete aprofundar. Ela nos disse que a luta contra a desigualdade é o verdadeiro fundamento de uma política progressista. E dessa política vocês estão fora.

Apesar de tudo isto, me dá pena colocar em choque tão radical uma velha amizade. Apesar deste caminho tão equivocado, eu ainda gosto de vocês (e tenho a melhor recordação de Ruth), mas quero vocês longe do poder, no Brasil. Como a grande maioria do povo brasileiro. Poderemos bater um papo inocente em algum congresso internacional, se é que vocês algum dia voltarão a freqüentar este mundo dos intelectuais afastados das lides do poder.

Com a melhor disposição possível mas com amor à verdade, me despeço

thdossan...@terra.com.br
http://theotoniodossantos.blogspot.com/

(*) Theotonio dos Santos é Professor Emérito da Universidade Federal Fluminense, Presidente da Cátedra da UNESCO e da Universidade das Nações Unidas sobre economia global e desenvolvimentos sustentável. Professor visitante nacional sênior da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

domingo, 17 de outubro de 2010

Avião movido a pedal voa batendo asas

Avião movido a pedal voa batendo asas: "Apesar de sua envergadura ser comparável à de um Boeing 737 - 32 metros - o Snowbird pesa menos do que os travesseiros a bordo do avião comercial - meros 42 quilogramas."

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Primeiro Programa eleitoral José Serra

Segundo Programa eleitoral José Serra

RIGOTTO PERSEGUE JORNALISTA E QUER FECHAR JORNAL! "JÀ"

RIGOTTO PERSEGUE JORNALISTA E QUER FECHAR JORNAL! « Luizmuller's Blog | Vivo Media Group
Trackback em setembro 10, 2010 às 4:01 am