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quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Energia obtida por cientistas através do esgoto pode ajudar a tratar água

Fonte: http://www.ecodesenvolvimento.org/posts/2013/setembro/energia-obtida-por-cientistas-atraves-do-esgoto?tag=ciencia-e-tecnologia

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Cientistas norte-americanos podem ter descoberto uma nova forma de produzir energia limpa a partir da águas residuais, segundo um novo estudo de cientistas da Universidade de Stanford, publicado na segunda-feira, 16 de setembro, no periódico Proceedings of National Academy of Sciences (PNAS).
Engenheiros desenvolveram um método mais eficiente que consiste em utilizar micróbios para obter eletricidade a partir da água residual, informou à AFP. Eles esperam que esta técnica possa ser usada em usinas de tratamento de esgoto para neutralizar os poluentes orgânicos em "zonas mortas" de lagos e mares onde o desague de fertilizantes exaure o oxigênio, sufocando a vida marinha.
Por enquanto, a equipe de pesquisadores da Universidade de Stanford começou a trabalhar em pequena escala, com um protótipo do tamanho de uma pilha D, que consiste em dois eletrodos (um positivo e um negativo) mergulhados em uma garrafa de água residual, cheia de bactérias.

À medida que as bactérias consumiram a matéria orgânica, os micróbios se concentraram em torno do eletrodo negativo, expulsando os elétrons, que foram capturados, por sua vez, pelo eletrodo positivo. "Chamamos isto de pesca de elétrons", explicou o engenheiro ambiental Craig Criddle, um dos principais autores do estudo. "É possível ver que os micróbios constroem nanofios para descarregar o excesso de elétrons", acrescentou Criddle.
Os cientistas há muito conhecem estes micróbios, denominados de exoeletrogênicos, que vivem em ambientes sem ar (anaeróbicos) e que são capazes de "respirar" óxidos de minerais no lugar de oxigênio para gerar energia.
Eficiência energética
Ao longo dos últimos 12 anos, alguns grupos de pesquisa testaram abordagens diferentes para transformar estes micróbios em biogeradores, mas se mostrou difícil aproveitar a eficiência energética.
Segundo os cientistas, seu novo modelo é simples, porém eficiente, e consegue aproveitar cerca de 30% da energia potencial das águas residuais, aproximadamente a mesma taxa de painéis solares disponíveis comercialmente.
Eles admitiram existir menos energia potencial disponível nas águas residuais do que nos raios solares, mas afirmaram que o processo tem um benefício adicional: limpar a água. Isto significa que pode ser usado para compensar parte da energia utilizada atualmente para tratar o esgoto.

La Unión Europea aprueba vetar los pesticidas que amenazan a las abejas

Fonte: http://www.elmundo.es/elmundo/2013/04/29/natura/1367238906.html


La Comisión Europea ha conseguido este lunes el apoyo de una mayoría de países suficiente para prohibir durante dos años los tres neonicotinoides utilizados más frecuentemente como plaguicidasen la siembra del girasol, la colza, el algodón y el maíz, por los riesgos que plantean para la salud de las abejas.
Un total de quince países han dado su visto bueno al veto de dos años, incluidos Alemania y Bulgaria, países que en reuniones anteriores se abstuvieron, y de España, que ya se mostró a favor meses atrás, según han informado a Europa Press fuentes comunitarias.
En contra han votado ocho delegaciones, entre ellas Reino Unido, y se han abstenido cuatro países. La propuesta del comisario de Consumo y Protección al Consumidor, Tonio Borg, prevé la entrada en vigor de lasmedidas restrictivas desde el próximo 1 de julio, aunque fuentes consultadas por Europa Press indicaron que la fecha podría retrasarse por los problemas legales y prácticos que plantea anunciar la medida con tan poco plazo.

Clotianidina, tiametoxam e imidacloprid

Borg ha sumado los apoyos necesarios en una reunión del Comité de Apelación que forman expertos de los 27 en Bruselas, tras fracasar el pasado marzo en un primer intento sometido a los Estados miembros en otro comité. Entonces, trece Estados miembros, entre ellos España, votaron a favor de la propuesta comunitaria, pero nueve países se opusieron y cinco, entre ellos Alemania y Reino Unido, se abstuvieron.
La propuesta se basa en el principio de precaución a partir de un informe de la Agencia europea de seguridad alimentaria (EFSA, por sus siglas en inglés) que señala tres plaguicidas de la familia de los neonicotinoides comercializados en Europa por Bayer y Syngenta: clotianidina, tiametoxam e imidacloprid.
Estos químicos pueden afectar al sistema nervioso de los insectos causándoles parálisis y hasta la muerte, pero no suponen un riesgo para la salud humana. La medida podría afectar a un tercio de las semillas preparadas en la UE y España es uno de los principales productores, por lo que inicialmente pidió aplazar cualquier decisión hasta tener más datos científicos concluyentes, aunque finalmente se pronunció a favor en una primera votación celebrada en marzo.

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

CAPTURA DE ENXAMES FIXOS


Zootecnia-Apicultura: uma Inter-relação para Estimular o Desenvolvimento Sustentável e a Segurança da Comunidade

Quando o enxame é recém-instalado ou está procurando moradia, as abelhas formam cachos em árvores, telhados e/ou outros locais. O procedimento para a coleta desses enxames é muito simples e consiste em se transferir essas abelhas para dentro de uma colmeia.
As abelhas africanas (Apis mellifera scutellata), conhecidas por serem altamente produtivas e defensivas, foram introduzidas no Brasil em 1956, em Camaquã, na Região de Rio Claro, Estado de São Paulo, com o intuito de se executar um programa de melhoramento genético capaz de aumentar a produção de mel do país, associado a uma baixa agressividade. Entretanto, devido a uma manipulação
incorreta feita por um apicultor que estava visitando o apiário onde as rainhas africanas estavam sob controle, ocorreu a enxameação de 26 colônias. Isso levou ao início de um processo de cruzamentos naturais com as abelhas de origem  européia que haviam sido trazidas pelos imigrantes a partir de 1840 (De Jong, 1990), propiciando a formação de um híbrido, que foi chamado de abelha africanizada (Soares, 1998).
Essas abelhas conseguem sobreviver durante vários meses, mesmo quando têm de enfrentar longos períodos de seca, muito comuns em regiões de climas tropicais, período em que pouco ou praticamente nenhum néctar é produzido. Além disso, as
subespécies de Apis mellifera que habitam regiões de clima tropical têm elevada capacidade para abandonar o local de nidificação em determinadas estações do ano, fundando posteriormente novos ninhos em lugares mais favoráveis ao
desenvolvimento das colônias (Chaud-Netto, 1992).
Pela enxameação, as abelhas africanizadas passaram a ocupar os abrigos existentes tais como: troncos ocos de árvores, cavidades em rochas, em cupinzeiros, telhados, hidrantes, forros de casas entre muitos outros. Não raro são encontrados enxames instalados em latas abandonadas, pneus, caixas de madeira, papelão, depósitos de madeira e chaminés (Sommer et al., 2000).
Segundo Sofia e Bego (1996), as colônias de abelhas eusociais tropicais, normalmente com elevado número de indivíduos, exigem uma alta demanda de alimento ao longo do ano. Em áreas urbanas, sujeitas às constantes modificações da vegetação, essas abelhas devem adequar continuamente suas necessidades a tais mudanças. A grande quantidade de plantas apícolas utilizadas no processo de arborização das cidades e com períodos de floração distribuídos eqüitativamente durante o ano, principalmente nas épocas de escassez de alimento, também contribui para a migração das abelhas (Toledo et al., 1998).
Em 1989, foi implantado, na cidade de Ribeirão Preto, Estado de São Paulo, Brasil, um programa bem sucedido de controle de abelhas africanizadas, baseado na captura de enxames e na participação de pesquisadores, de apicultores, de corpo de bombeiros e da comunidade (Diniz et al., 1994).
As abelhas africanizadas possuem uma série de vantagens quando comparadas às abelhas europeias. As colônias se desenvolvem mais rapidamente, são mais resistentes a doenças, são melhores polinizadores, produzem mais mel e própolis e conseguem se adaptar melhor às regiões de clima tropical, como o cerrado brasileiro (De Jong, 1996).
À medida que as abelhas africanas foram se multiplicando e cruzando com as abelhas europeias já existentes, vários relatos surgiram, especialmente sobre a impressionante capacidade defensiva dos híbridos. Elas atacavam com muito
menos estímulo, em maior número e a uma grande distância (De Jong, 1996).
Apesar disso, pouco a pouco, os apicultores se conscientizaram que essas abelhas poderiam ser controladas e exploradas com êxito (Soares, 1998).
Com esse intuito, alguns apicultores passaram a observar as melhores maneiras para se trabalhar com as abelhas africanizadas e, juntamente com técnicos e pesquisadores, durante reuniões e encontros de apicultura, iniciaram a adaptação e o desenvolvimento de técnicas e de equipamentos para o manejo dessas abelhas (De Jong, 1996).
Atualmente, a apicultura brasileira se caracteriza por ser mais moderna, atualizada e com uma significativa preferência dos apicultores pelas abelhas africanizadas (Sommer et al., 2000).
Segundo Rocha e Jacoboski (1992),  a enxameação de Apis mellifera é um processo biológico que ocorre anualmente e visa à perpetuação da espécie. Esse processo está associado a diversos fatores como alimentação, espaço e condições climáticas. De acordo com esses autores, a alimentação pode determinar o
processo enxameatório pela sua abundância, em que parte do enxame abandona a colmeia à procura de novos locais para nidificação. Esses enxames se caracterizam por apresentar zangões. Quando há escassez de alimento, também ocorre o abandono da colmeia pelo enxame para nidificação em um novo local onde existam melhores condições de alimentação. Esses enxames geralmente não
apresentam zangões.
O processo de enxameação ocorre não só devido à origem genética das abelhas, mas também em função da época do ano, da localização geográfica, da abundância de alimento e das condições climáticas (Toledo, 1997).
Soares et al. (1984a) identificaram dois picos de migração em enxames de  abelhas africanizadas, nos meses de março-maio e agosto-outubro, denominados de picos de abandono e de enxameação, respectivamente.
Em regiões onde extensas áreas de monoculturas são implantadas, pode ocorrer um grande número de migrações. Essas áreas fornecem alimento em épocas muito delimitadas e, devido à demanda contínua de alimento, muitos enxames migram para outras áreas em busca de melhores condições.
Nos últimos anos, um grande número de enxames de abelhas africanizadas migrou para a zona urbana de Maringá e isso vem causando uma grande preocupação aos moradores, principalmente àqueles que moram em casas com crianças, idosos e/ou com pessoas alérgicas. Nesses casos, na maioria das vezes, as pessoas interessadas procuram o Departamento de Zootecnia da Universidade Estadual de Maringá, que, há alguns anos, na medida do possível, vem retirando esses enxames e colônias.
O objetivo deste experimento foi avaliar e estimar a ocorrência de enxames e de colônias, bem como sua localização e captura na zona urbana de Maringá, Estado do Paraná, Brasil.
Material e métodos
Os enxames e as colônias foram coletados na cidade de Maringá, situada na região Noroeste do Estado do Paraná. A cidade possui aproximadamente
290.000 habitantes e seus recursos provêm, em grande parte, da agricultura, predominando extensas áreas de milho, soja e trigo. Está localizada entre os paralelos 23º23’ e 23º27’ (S), entre os meridianos 51º54’ e 51º58’ (W) e cortada ao centro pelo Trópico de Capricórnio (IBGE, 1972), com precipitação anual
média de 1650 mm (Silveira et al., 1998); suas altitudes variam de 520 a 599 m.
No período de 1997 a 1999, as ocorrências das colônias e/ou enxames foram comunicadas à secretaria do Departamento de Zootecnia da Universidade Estadual de Maringá, onde foram registrados os nomes dos solicitantes, endereço,
telefone, data e locais onde estavam alojados. Foram registradas 283 ocorrências no período, das quais 191 eram 169 colônias e 22 eram enxames. Foi realizada
análise descritiva dos dados anotados.
De maneira geral, seguiram-se os procedimentos para as coletas, conforme descrito por Wiese (1995) e Nogueira-Couto e Couto (2002): localizou-se a
colônia, agiu-se de tal forma a expor os favos com crias e alimentos. Em seguida, os favos foram cortados e amarrados com barbante de algodão, em caixilhos vazios e colocados na colméia que estava vazia. Os favos com crias foram colocados na região central, enquanto os favos com pólen foram colocados nas extremidades das caixas. O excesso e os que continham mel e/ou vazios foram levados ao apiário e, após a extração do mel, foram derretidos para se obter a cera bruta. O mel foi devolvido na forma de xarope, o qual foi colocado em
alimentadores. As abelhas adultas foram transferidas para a caixa, juntamente com a rainha, que foi identificada e localizada pelas suas características morfológicas distintas ou pelo comportamento das operárias, as quais indicam a presença dela na colmeia.
Após a realização do manejo da coleta, as colônias e os enxames foram levados para a Fazenda Experimental de Iguatemi, localizada acerca de 10 km da cidade de Maringá, sempre ao anoitecer. Por volta do 15º dia, as colônias foram revisadas e então submetidas a pesquisas e/ou aulas práticas de Apicultura.
Resultados e discussão
Na Tabela 1, encontram-se os números de ocorrências e colônias e/ou enxames coletados mês a mês nos anos de 1997, 1998, 1999 e o total geral.
Tabela 1. Número de ocorrências (Ocorr.) registradas e colônias e/ou enxames coletados (Colet.) no período de abril de 1997 a dezembro de 1999.

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

CAPTURA DE ENXAMES VOADORES

Enxames recém pousados ou voadores

Muitos apicultores iniciam sua criação assim. Este método tem seus prós

 e contras. É um enxame que sai de graça para o apicultor, muitas vezes 

capturados sem muito esforço. Contra, não sabemos a idade da rainha 

recém chegada. Rainha velha não produz bons enxames. O tamanho do 

enxame também merece atenção. Não vale a pena alojar uma pequena 

quantidade de abelhas. Elas exigem os mesmos cuidados que um grande 

enxame, mas evidentemente produzirão menos, demorando muito até 

atingir o número suficiente de abelhas para a coleta do néctar e 

produção de mel.

Quando da enxameação, processo natural da perpetuação da espécie, o 

enxame se divide e sai da colmeia um ou mais enxames liderados por 

rainhas velhas e jovens. Eles pousam em um galho de árvore a espera 

das abelhas batedoras que vão à procura de um novo local para instalar 

família.

O novo apicultor munido de um ninho (caixa onde abelha faz a família) 

limpo e de preferência perfumado com capim limão, folhas de laranjeira 

ou estrato de própolis (que é o cheiro da rainha), retira as abelhas do 

galho onde estavam alojadas e coloca na caixa. Deixa neste local por 

algumas horas até que as abelhas se acalmem de onde poderá logo 

levar para o local definitivo.

Imagens: retiradas da Internet

quinta-feira, 27 de junho de 2013

AFRICANIZAÇÃO DAS "Apis mellifera" NO BRASIL

Texto de: Jefferson L Bandero
Desenho de: André Rossoni
“Em 1950, a apicultura brasileira sofreu grandes perdas em função do surgimento de doenças e pragas. Estima-se que 80% das colônias tenham sido dizimadas, gerando queda drástica na produção. Com o objetivo de aumentar a resistência às doenças das abelhas no País, em 1956 o professor Warwick Estevam Kerr, com apoio do Ministério da Agricultura, dirigiu-se à África para selecionar colônias de abelhas africanas A. mellifera scutellata que fossem produtivas e resistentes a doenças. As rainhas foram introduzidas no apiário experimental de Rio Claro, Brasil, para serem testadas e comparadas com as abelhas italianas e pretas. Entretanto, um incidente contribuiu para que 26 colônias de abelhas africanas enxameassem 45 dias após a introdução”, as quais cruzaram com as abelhas existentes no país dando origem a um novo tipo de abelhas, as híbridas africanizadas mais agressivas, que chegaram a ser chamadas de abelhas assassinas, devido diversos acidentes provocados pelas picadas e, principalmente pela falta de equipamentos de manejo e técnicas adequadas para essa nova realidade. Pesquisas realizadas por professores da USP indicam que a velocidade de dispersão desse inseto é de 320 Km/ano[1],ilustrado por ROSSONI, 2013 (Fig.9)([3]).
São reconhecidamente mais trabalhadoras e menos sensíveis a doenças dando-nos um aumento considerável em produção de mel, além da grande vantagem de termos muito poucos problemas sanitários, embora os produtores de rainhas continuem sempre melhorando através de seleções positivas por comportamento higiênico e produção.Utilizando essas informações fizemos uma inferência desse avanço da hibridização das Apis no Brasil, e o mapa fica da seguinte forma, com início no ponto em Rio Claro (SP) em 1956, alcançando toda a área do Brasil em 1966,... de acordo com as estimativas dos pesquisadores.([1])

Fig.9 Africanização da Apis no Brasil.

Deste cruzamento entre as espécies europeias (Apis mellifera mellifera e A. mellifera ligustica e A. mellifera caucasica) e a africana (Apis mellifera scutellata) devido ao grande aumento do instinto de defesa (agressividade) causou uma grande baixa no número de apicultores na atividade, e na década de 1970 com os avanços de novas técnicas de manejo e a ampliação de produção nas regiões Nordeste, Centro-Oeste e Norte é que o Brasil passa a ter novos incrementes anuais de produção. Com a nova espécie popularizada vemos que elas são muito mais resistentes a doenças, dispensando a utilização de remédios e tratamentos, sendo muito mais produtivas do que as espécies europeias, passando dos tradicionais 15Kg/colmeia/ano para valores bem maiores como o apicultor Sérgio Celmer de Santa Carmem que em 2012 produziu 83,0Kg/colmeia num universo de 430 colmeias em apiário fixo em matas nativas, ocupando as reservas florestais desses locais.


[1] http://www.embrapa.br/imprensa/artigos/2011/o-inicio-da-apicultura-no-brasil/#